Os maiores enxadristas brasileiros e o que suas aberturas dizem sobre eles

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Quando alguém fala em maiores enxadristas brasileiros, a conversa costuma começar por um nome e, por alguns segundos, parece que ela vai terminar ali mesmo. Mequinho. Henrique Mecking. É compreensível. O sujeito chegou a um lugar onde quase nenhum latino-americano sonhava tocar, muito menos um brasileiro nascido num país em que o xadrez sempre precisou lutar por espaço, patrocínio, memória e palco.

Só que a história não termina nele. E ainda bem.

O xadrez brasileiro ficou mais interessante justamente quando deixou de caber num único herói. Vieram jogadores de estilos muito diferentes, alguns mais clássicos, outros afiados na preparação, alguns com um repertório que parece arquitetura, outros com aquele gosto quase travesso por posições tortas, desequilibradas, cheias de veneno. Quando a gente olha para as aberturas mais frequentes desses nomes, começa a entender uma coisa bonita sobre o jogo. A abertura não é apenas o começo da partida. Ela quase sempre denuncia um temperamento.

Vale uma honestidade antes de seguir. Esta não é uma lista matemática. Não existe uma fórmula limpa que pegue importância histórica, pico de rating, força de competição, influência cultural e longevidade e devolva um veredito incontestável. O que dá para fazer, e foi isso que fiz aqui, é montar um recorte honesto dos nomes que mais naturalmente aparecem quando o assunto é a elite do xadrez brasileiro: Henrique Mecking, Gilberto Milos, Giovanni Vescovi, Rafael Leitão, Alexandr Fier, Darcy Lima, Jaime Sunye Neto, Luis Paulo Supi e Krikor Mekhitarian.

Onde tudo cresce de tamanho

Henrique Mecking

Começar por Mecking não é apenas respeitar a cronologia. É reconhecer o ponto em que o xadrez brasileiro deixou de sonhar pequeno. Mequinho não foi só um craque nacional que se destacou aqui e ali. Ele foi um jogador de elite mundial de verdade, desses que obrigam o resto do planeta a levar o seu país a sério. Isso muda tudo. Muda a imaginação de uma geração inteira. Muda o teto do possível.

O curioso é que, quando a gente pensa em jogadores lendários, às vezes cria uma caricatura. Um gênio intuitivo, uma força bruta de cálculo, um romântico do sacrifício. Mequinho não cabe tão bem nessas caricaturas prontas. O repertório dele mostra um jogador muito mais sofisticado do que a memória popular costuma resumir. Com as brancas, suas partidas recaem bastante em estruturas ligadas à Índia da Dama, à Bogo-Índia, ao Gambito da Dama Aceito e também a configurações da Inglesa. Isso já diz muita coisa. Há ali gosto por flexibilidade, por sutileza estratégica, por posições em que o lance aparentemente discreto começa a apertar daqui a cinco movimentos.

Com as pretas, aparecem com força a Siciliana Najdorf, linhas da Siciliana Sozin, a Defesa Moderna ou Robatsch e posições fechadas da Ruy López. É um repertório que mistura combate teórico pesado com disponibilidade para estruturas assimétricas. Quem joga Najdorf e, ao mesmo tempo, transita bem por esquemas modernos sem cair na caricatura do jogador caótico costuma enxergar o tabuleiro como um organismo vivo. Mequinho tinha isso. Ele podia entrar em batalhas de alta voltagem, mas não parecia um homem jogando para incendiar o salão por vaidade. Parecia alguém que entendia profundamente o que cada posição estava pedindo.

Esse é um detalhe que ajuda a explicar por que a figura dele continua tão grande. Não foi apenas um brasileiro que ganhou muito. Foi um brasileiro que jogou xadrez de classe mundial com um repertório digno de elite mundial.

Gilberto Milos

Se Mequinho representa o teto mais alto que o Brasil já viu, Gilberto Milos representa algo quase tão valioso quanto: a consolidação madura do alto nível. Em muita conversa sobre xadrez brasileiro, Milos acaba sendo lembrado sem o espanto teatral que envolve Mecking. Acontece que justamente aí mora uma injustiça silenciosa. Milos foi um jogador fortíssimo, duradouro, respeitado internacionalmente, dono de um auge muito sério e de uma compreensão prática do jogo que poucos tiveram por aqui.

O repertório dele é delicioso porque foge um pouco do estereótipo do grande mestre que vive de repetir as linhas mais higiênicas do circuito. Com as brancas, aparecem com frequência a Petroff, a Siciliana em diferentes formatos, a Pirc e esquemas em que o adversário assume uma postura combativa desde cedo. Isso faz parecer, à primeira vista, que Milos estava sempre aceitando a conversa no terreno do outro. Só que não é bem assim. Na verdade, ele parecia confortável em posições em que o equilíbrio depende de precisão e sangue frio. Não era um jogador que precisava dominar pela aparência da iniciativa. Muitas vezes dominava pela qualidade das escolhas.

Com as pretas, surgem a Siciliana em várias ramificações, a resposta à Alapin, a Aceita do Gambito da Dama e a Semi Tarrasch. É repertório de quem não foge de teoria, mas também não se torna escravo dela. Existe uma diferença enorme entre conhecer muita teoria e viver dentro dela como quem cumpre tabela. Milos dava a sensação de usar teoria como ferramenta, não como muleta.

Talvez seja esse o motivo de tanta gente forte respeitá lo tanto. Ele passa a impressão de jogador plenamente instalado no centro da partida, quase sempre sabendo onde o jogo vai começar a ficar desconfortável para o outro lado. Não é o tipo de grandeza que grita. É o tipo de grandeza que vai ficando óbvia conforme a gente olha melhor.

Darcy Lima

Darcy Lima entra nessa conversa por um motivo que vai além de títulos ou rating. Ele é um daqueles nomes que ajudaram a costurar a cultura enxadrística brasileira em várias frentes ao mesmo tempo. Jogador de alto nível, campeão nacional, figura institucional, comentarista, articulador. Tem gente que ajuda o xadrez só no tabuleiro. Darcy ajudou também no entorno dele, e isso pesa.

Agora vem a parte divertida. O repertório de Darcy tem personalidade desde a primeira olhada. Com as brancas, aparecem com frequência a Abertura Polonesa, a Bird, a Viena e a Alapin contra a Siciliana. Quem conhece xadrez sente imediatamente o sabor disso. Não estamos falando de um jogador burocrático. Estamos falando de alguém disposto a tirar a partida do lugar comum, a bagunçar a memória automática do adversário, a obrigar o oponente a jogar xadrez cedo, cedo mesmo, antes que a muleta da preparação se imponha.

É bonito observar como isso conversa com a imagem pública dele. Darcy sempre pareceu ter gosto pelo jogo vivo, pelo improviso inteligente, pela luta prática. Com as pretas, o repertório fica mais clássico, com Ruy López na defesa, Gambito da Dama Aceito, Semi Tarrasch e estruturas de peão de dama bastante sólidas. Ou seja, ele não era um anarquista de abertura. Ele sabia muito bem quando valia a pena entortar a partida e quando o melhor era construir uma posição limpa, racional, sem concessões.

Esse contraste é muito humano. Muita gente boa no xadrez tem exatamente isso. Um lado quer brincar com a geometria do tabuleiro. O outro lado quer apertar o parafuso até o final. Darcy parece reunir essas duas vontades no mesmo corpo.

Jaime Sunye Neto

Há nomes que ficam menos presentes no imaginário popular do que mereciam. Jaime Sunye Neto é um deles. Quando se observa a carreira dele com um pouco mais de atenção, aparece um jogador de enorme relevância na história brasileira, dono de pico internacional respeitável e de um estilo bem reconhecível. Não é pouca coisa conseguir ser lembrado, décadas depois, não apenas pelos resultados, mas também pela assinatura enxadrística.

Essa assinatura salta do repertório. Com as brancas, Sunye aparece repetidamente em variantes da Inglesa, sobretudo em linhas com reversão siciliana, quatro cavalos e sistemas simétricos. Isso já cria uma imagem muito nítida. Ele gostava de posições em que a luta pela estrutura importava tanto quanto a tática imediata. A Inglesa, quando cai nas mãos certas, parece uma conversa tranquila que vai lentamente virando interrogatório. O adversário percebe tarde demais que está sendo espremido.

Com as pretas, surgem bastante a Índia da Dama, a resposta simétrica contra a Inglesa e diferentes formas de Siciliana, incluindo linhas próximas da Najdorf e da Kan. Esse repertório tem uma elegância curiosa. Ele não procura parecer moderno a qualquer custo, nem clássico por nostalgia. Procura ser funcional. Procura colocar o jogo em zonas de entendimento profundo.

Isso conta muito sobre a grandeza de Sunye. Nem todo grande jogador chama atenção pela mesma via. Alguns encantam pelo brilho imediato. Outros, pelo acabamento fino. Sunye pertence mais a esse segundo grupo. Seu xadrez passa uma sensação de carpintaria bem feita.

A geração que deixou o Brasil mais constante no topo

Giovanni Vescovi

Vescovi foi um dos nomes que ajudaram o xadrez brasileiro a ganhar cara de continuidade. Não era mais a história de um prodígio isolado nem de surtos ocasionais de excelência. Com ele, o Brasil passou a produzir um grande mestre que se sustentava muito bem no cenário internacional, com pico forte, presença sólida e repertório de jogador que sabe onde quer levar a partida.

Com as brancas, chamam atenção a Chekhover contra a Siciliana, a Canal Sokolsky ou Rossolimo, além de estruturas de Índia do Rei e Índia da Dama. Esse conjunto é muito interessante porque mostra um jogador disposto a filtrar a teoria principal, escolher atalhos inteligentes e ainda assim manter riqueza estratégica. Tem gente que joga linhas laterais como fuga. No caso de Vescovi, parece mais uma questão de direção. Ele não está escapando da luta. Está escolhendo a arena.

Com as pretas, aparecem o Gambito Benko, respostas à Alapin, posições da Ruy López fechada e a Dragão na Siciliana. É repertório de quem aceita desequilíbrio de material, dinâmica de flancos, jogo ativo das peças e aquela pressão persistente que não depende só de cálculo curto. O Benko, em especial, costuma seduzir jogadores que entendem muito bem compensação. Não basta decorar ideias. É preciso acreditar na atividade como moeda real.

Vescovi parece exatamente isso. Um jogador que reconhece valor onde muita gente vê só imprecisão material. E esse tipo de visão não aparece do nada. Vem de maturidade competitiva, de muitas horas de tabuleiro e de uma relação adulta com a iniciativa.

Rafael Leitão

Rafael Leitão tem uma combinação raríssima. Ele é fortíssimo, historicamente relevante e, ao mesmo tempo, um grande comunicador do jogo. Isso pesa muito. Há jogadores excelentes que ficam restritos ao circuito. Leitão conseguiu transbordar. Virou referência também para quem estuda, lê, acompanha torneios e quer entender xadrez em português sem ser tratado como figurante.

Só que seria um erro enxergá lo primeiro como divulgador e depois como jogador. O jogador vem antes, e vem muito forte. O repertório dele mostra um enxadrista extremamente sólido, técnico e confortável em estruturas de peão de dama. Com as brancas, aparecem com frequência a Semi Eslava, a Nimzo Índia, a Índia da Dama e a Eslava tradicional. Esse padrão sugere um competidor que não está interessado em ganhar a partida no susto. Ele quer posições com espinha dorsal, quer temas estratégicos que continuem relevantes depois do lance quinze, quer fazer o adversário trabalhar de verdade.

Com as pretas, a marca é ainda mais nítida. Leitão cai muitas vezes na Siciliana Taimanov, na Najdorf e em respostas à Alapin. Isso revela um traço bonito. A solidez posicional dele nunca significou timidez. Há muita energia nessas escolhas. A Taimanov, por exemplo, costuma cair como uma luva em jogadores que gostam de coordenação flexível e contra ataque preciso. A Najdorf dispensa apresentação. É quase um teste de identidade para quem a adota de forma consistente em alto nível.

No caso de Leitão, a sensação é de um jogador que entende profundamente a diferença entre jogar seguro e jogar pequeno. Seguro ele sempre foi. Pequeno, nunca.

Alexandr Fier

Se alguém quisesse mostrar a um iniciante o que significa ter apetite por luta, Fier seria um ótimo nome. O xadrez dele quase sempre passa a impressão de que a partida ainda está viva quando outros jogadores já teriam simplificado tudo. Existe nele uma disposição natural para a tensão, para o desequilíbrio, para o tipo de posição em que um detalhe muda o destino de toda a mesa.

Com as brancas, aparecem bastante a Caro Kann, estruturas de Gambito da Dama Recusado com 4.Cf3, jogos de peão de dama e a Nimzo Índia com 4.e3. Isso mostra um lado menos espalhafatoso do que a fama combativa talvez sugerisse. Fier não é só o homem do caos. Ele sabe entrar em sistemas respeitáveis, testar estruturas clássicas, acumular pequenas vantagens e manter a posição cheia de possibilidades.

Com as pretas, aí sim o repertório assume um rosto bem característico. Siciliana, Alekhine, respostas contra a Reti e outras posições pouco acomodadas aparecem com frequência. A presença da Alekhine chama atenção porque ela costuma atrair jogadores que não se importam de ceder espaço cedo para questionar tudo depois. É uma abertura que pede personalidade. Ninguém vai parar ali por acidente.

Fier sempre deu essa impressão de jogador que gosta de viver perto do risco calculado. Não por desorganização, mas por confiança na própria capacidade de resolver problemas concretos. Isso faz dele um nome central quando se fala em xadrez brasileiro contemporâneo. O Brasil teve e tem muitos jogadores fortes. Poucos carregam um senso de combate tão identificável.

O presente que conversa com o futuro

Luis Paulo Supi

Supi ocupa um lugar curioso e muito interessante na cena brasileira. Ele é forte o bastante para entrar na conversa dos maiores nomes da atualidade, carismático o bastante para transitar bem fora do circuito estrito e criativo o bastante para atrair atenção até de quem não costuma seguir o xadrez brasileiro de perto. Em outras palavras, ele joga bem e ainda amplia o alcance do jogo.

O repertório dele, pelo menos nas partidas catalogadas que consultei, sugere um jogador ainda em movimento, o que faz sentido para alguém da geração dele. Com as brancas, aparecem e4 clássico, Inglesa, ideias de Rossolimo contra a Siciliana e algumas entradas em Najdorf. Isso passa uma imagem de flexibilidade sem excesso de dispersão. Supi parece gostar de manter portas abertas. Ele pode ir para o jogo direto, pode modular a partida por esquemas mais sutis e pode também aceitar batalhas teóricas bastante concretas.

Com as pretas, surgem estruturas de Gambito da Dama Recusado e Sicilianas diversas. Não é o repertório de um jogador que quer apenas sobreviver à abertura. É o repertório de alguém que quer ficar com uma posição jogável, rica, prática e apta a continuar oferecendo chances reais. Isso combina com a imagem competitiva dele. Supi costuma parecer muito confortável numa partida em que o equilíbrio existe, mas ninguém sabe ainda para que lado ele vai pender.

Talvez por isso seja tão agradável acompanhá lo. Há jogadores de alto nível que transmitem uma sensação de perfeição fria. Supi costuma transmitir presença. O jogo parece estar acontecendo ali, e não apenas sendo administrado.

Krikor Mekhitarian

Krikor é um caso bonito de jogador que soma três dimensões ao mesmo tempo. Força competitiva real, títulos nacionais importantes e influência cultural enorme na comunidade de língua portuguesa. Ele ajudou a puxar o xadrez para um lugar mais próximo, mais acessível, mais acompanhado. Só que, de novo, seria um erro confundir alcance com compensação. Ele não é relevante porque comunica. Comunica porque já era relevante no tabuleiro.

O repertório reforça isso. Com as brancas, surgem Caro Kann, Sicilianas em diferentes formatos, Siciliana Fechada e Ruy López. Há um traço de praticidade forte aí. Krikor parece buscar posições em que conhece os temas, consegue jogar por iniciativa quando for o caso e não depende de uma única arquitetura de abertura para se sentir em casa. É repertório de profissional completo.

Com as pretas, aparecem a simétrica da Inglesa, a Grünfeld, a Najdorf e sistemas da Índia do Rei. Não é pouca coisa. Grünfeld e Najdorf, por si só, já colocam o jogador diante de problemas teóricos e estratégicos bem exigentes. Elas costumam atrair enxadristas que gostam de atividade, contrajogo e precisão tática, mas que também precisam entender muito bem o que está acontecendo estruturalmente.

Krikor parece exatamente esse tipo de jogador. Um competidor que aceita complexidade sem transformar a partida num espetáculo gratuito. Ele quer jogo, mas quer jogo com fundamento.

O que as aberturas contam sobre o xadrez brasileiro

Olhar para esses nomes juntos produz um efeito curioso. O xadrez brasileiro não nasceu de uma escola única. Não existe um molde nacional simples. Não dá para dizer que o brasileiro, no alto nível, é necessariamente posicional, tático, universal, amante da Siciliana ou devoto de 1.d4. O que existe é algo talvez mais interessante.

Existe uma tradição de adaptação.

Mecking podia unir refinamento estratégico e combate teórico pesado. Milos mostrava uma versatilidade madura, sem desperdício de energia. Darcy aceitava linhas pouco convencionais com a naturalidade de quem entende que também se vence quando se muda a pergunta. Sunye fazia da Inglesa quase um idioma pessoal. Vescovi gostava de dinamismo com base estratégica forte. Leitão elevou a consistência técnica a um patamar altíssimo sem perder poder de fogo. Fier trouxe fome de luta. Supi encarna a flexibilidade viva de um jogador moderno. Krikor junta competitividade, pragmatismo e presença pública.

No fundo, isso é uma ótima notícia para quem acompanha o xadrez brasileiro. A história não dependeu de um único jeito de jogar. Ela foi se construindo por acúmulo de identidades.

E talvez seja isso que torna essa galeria tão interessante. Os maiores enxadristas brasileiros não formam uma fileira de clones fortes. Formam uma conversa. Um gosta de estruturas inglesas, outro prefere a selva da Siciliana, outro entra por sistemas laterais e embaralha o relógio mental do adversário, outro prefere a limpidez dos esquemas de peão de dama. Quando colocados lado a lado, eles lembram uma coisa simples e bonita. O grande xadrez não nasce só do talento. Nasce também da coragem de escolher um caminho e fazer dele uma assinatura.

No fim das contas, é por isso que essas listas nunca são apenas listas. Elas são uma maneira de revisitar estilos, épocas, ambições e maneiras muito particulares de olhar para 64 casas. E, nesse passeio, o Brasil aparece melhor do que muita gente imagina à primeira vista.

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Como o xadrez tem sido patrocinado por criptos cada vez mais

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Fala galera do Xadrez Caxias! Desculpa a ausência aqui no blog. Hoje reservei um tempo para falar sobre algumas coisas que eu tenho refletido ultimamente sobre nosso jogo e a intersecção com outros segmentos. É uma boa notícia que o xadrez esteja se popularizando, mesmo com o avanço em IA. Mas de onde tem vindo o dinheiro. É sobre isso que vamos conversar…

A cena mudou rápido. O xadrez, que sempre foi sinônimo de intelectualidade, virou espetáculo diário de internet, com transmissões ao vivo, narradores carismáticos e uma base global que joga e assiste do celular. Quando um esporte barato de produzir, internacional por natureza e com imagem “limpa” explode em alcance digital, marcas que precisam de credibilidade e usuários novos se aproximam. Exchanges e projetos cripto enxergaram exatamente isso.

Não é mera intuição. Plataformas como o Chess.com vêm reportando picos históricos de tráfego desde 2023 e, em abril de 2025, anunciaram 200 milhões de membros, um público imenso, tech-savvy e acessível via streaming, sem depender de TV tradicional.

Esse encontro tem outro detalhe: xadrez combina com narrativa de “cálculo, lógica, transparência”. São valores que o setor cripto, muitas vezes pressionado por desconfiança e regulação, deseja associar à sua marca. E, ao contrário de campeonatos bilionários de outros esportes, o xadrez online permite patrocínios relevantes com orçamentos bem menores.

A partir daí fica natural perguntar: como essas empresas entram? e por que alguns acordos deram tão certo, enquanto outros viraram alerta de reputação?

O que as exchanges buscam no xadrez

Há motivações que se repetem quando conversamos com times de growth e brand:

  • Aquisição de clientes com custos previsíveis. Os torneios online permitem inserir códigos de cadastro, links rastreáveis e ofertas exclusivas. Dá para medir custo por cadastro e por depósito inicial de verdade, não só “awareness”.
  • Público que entende risco e tecnologia. Jogadores e espectadores de xadrez costumam ter alta adoção de apps, tolerância a interfaces novas e curiosidade por ferramentas financeiras.
  • Reputação por associação. Fair play, arbitragens, rating… a simbologia do xadrez ajuda a construir a ideia de processo auditável e disciplina — algo valioso a quem opera mercados 24/7.
  • Alcance global sem fricção. Um torneio acontece em uma plataforma com espectadores de muitos países; segmentação de ofertas por região fica mais simples.
  • Custo total menor. Diferente de automobilismo ou futebol europeu, a barreira de entrada é mais baixa para “naming rights” de etapas e séries digitais.
  • Conteúdo infinito. Blocos de highlights, recortes táticos e reações de streamers geram earned media por semanas.

Como o dinheiro entra no tabuleiro

speedchess pela coinbase
Exemplo de patrocínio de torneio speedchess

Os formatos mais comuns de patrocínio seguem uma linha bem clara:

  1. Naming rights de torneios
    A marca dá nome ao evento, aparece em overlays e nas comunicações oficiais. Ex.: o FTX Crypto Cup, major do Champions Chess Tour de 2021 e 2022, com prêmios atrelados ao preço do bitcoin em Miami.
  2. “Presented by” e categorias de apoio
    O patrocinador principal “apresenta” a competição; parceiros secundários compõem a cota. Em 2023, o Speed Chess Championship foi apresentado pela Coinbase nas transmissões e matérias oficiais.
  3. Parcerias com federações nacionais
    Troca pode incluir verba, infraestrutura e ações em base de jogadores. A CoinEx patrocinou o National Age group Chess Championship nas Filipinas em 2025, um torneio nacional de base com mais de mil participantes.
  4. Patrocínio de ligas/formatos “creator-driven”
    Eventos nascem de comunidades de streamers e startups de mídia. A CoinDCX foi title sponsor da Chess Super League na Índia, liga criada por Samay Raina, ChessBase India e Nodwin Gaming.
  5. Integração de produto e prêmios em cripto
    Ativações variam de airdrops a bônus para quem abre conta ao vivo, além de prêmios diretamente em tokens. No FTX Crypto Cup 2022, além do prêmio fixo, havia um adicional atrelado ao preço do bitcoin.
  6. Infraestrutura Web3 para o ecossistema do xadrez
    Aqui entram projetos que não são exchanges, mas são cripto por base tecnológica.O caso mais sólido é World Chess + Algorand: ratings e títulos oficiais da FIDE online arena registrados on-chain, e um programa de fidelidade (“The Tower”) que grava progressos e recompensas na blockchain.

Casos que definiram o mapa

FTX Crypto Cup: a chegada estrondosa

Em 2021, o Champions Chess Tour batizou um de seus majors como FTX Crypto Cup. A edição reuniu a elite do xadrez e coroou Carlsen; foi a primeira vez que um grande torneio de xadrez carregou com tanta força o nome de uma exchange, incluindo prêmios atrelados ao bitcoin. Em 2022, o evento foi a Miami e repetiu a fórmula. Visibilidade, pauta em mídia generalista e uma frase que grudou: “xadrez combina com blockchain”.

A história tem segundo tempo. Em novembro de 2022, a FTX faliu, e a associação transformou-se em lição de risco reputacional para organizadores e marcas.

Coinbase: do “presented by” a torneios de criadores

A Coinbase usou duas frentes: eventos tier 1 e a cultura de criadores. Em 2023, o Speed Chess Championship, principal circuito de partidas rápidas da Chess.com, foi “presented by Coinbase”, presença repetida em telas, lower thirds e releases. Em paralelo, patrocinou o cryptochamps, um torneio de influenciadores com celebridades do universo cripto. Combinação de alcance massivo e nichos altamente conversíveis.

CoinEx e o investimento de base

Quando uma exchange decide apoiar categorias de formação ou nacionais, ela abre um funil diferente: pais, escolas e federações locais. A CoinEx patrocinou o national age group chess championship nas filipinas em março de 2025, prova de que cripto não está apenas nas superligas: atua também na base, onde reputação se constrói de modo mais silencioso e duradouro.

É evidente que os melhores patrocínios (mais rentáveis) são os que envolvem partidas de xadrez bliz eletrizante já que isso atrai o interesse das pessoas, mais do que partidas pacatas onde pouca emoção acontece.

CoinDCX e a liga que nasceu de uma live

Na Índia, a Chess Super League foi um laboratórioperfeito para marcas Web3 em um país obcecado por xadrez e streaming. A CoinDCX entrou como title sponsor,, e o torneio juntou grandes mestres internacionais, talentos locais e donos de franquia celebridades, tudo transmitido no youtube e jogado no chess.com. Custa menos que uma liga tradicional e rende um volume enorme de clipes e momentos instagramáveis.

Algorand, FIDE e a camada de confiança on-chain

Nem todo patrocinador é exchange. Algorand tornou-se parceira oficial de World Chess e da FIDE Online Arena para registrar ratings e títulos em blockchain, além de patrocinar torneios e lançar um programa de fidelidade on-chain (“The Tower”). Essa linha de parceria vai além do logo. Ela envolve os jogadores.

Por que isso funciona para os dois lados

O patrocínio que “se paga” tem alguns ingredientes quase invariáveis:

  • História e formatos pensados para clipes. O xadrez moderno vive de cortes de 30-90 segundos com táticas, gafes e finais eletrizantes. Isso vira anúncio nativo para a marca.
  • Chamadas de ação naturais. “Abra sua conta para participar do viewer giveaway”, “resgate o bônus do torneio”, “vote pelo app”… integrações que não quebram a experiência.
  • Direcionamento geográfico. Exchanges operam com licenças por país. Como tudo acontece online, dá para veicular assets distintos por região sem inflar o custo de produção.
  • Eventos em cadência alta. Xadrez online tem calendário farto; remarketing é quase automático.

O que deu errado (e o que aprendemos)

O caso FTX mostrou os riscos de atrelar um produto financeiro volátil a um esporte com público jovem e em expansão. Quando a empresa quebra, o torneio vira manchete pelos motivos errados, e o organizador precisa explicar a escolha do parceiro. Duas lições saíram fortalecidas:

  1. Due diligence e cláusulas de moralidade robustas em contratos, com gatilhos de desassociação de marca e fundos de contingência de premiação.
  2. Preferência por integrações de produto que não empurrem investimento, como prêmios simbólicos, conteúdo educacional ou tecnologia neutra (ex.: rating on-chain), áreas onde a queda de uma empresa não arrasta toda a narrativa.

Quando tecnologia vira conteúdo

Os exemplos mais elegantes têm um padrão: a tecnologia vira pauta, não só banner.

  • Ratings e títulos on-chain (Algorand + FIDE Online Arena). O dado competitivo, coração do esporte, passa a ser auditável. Torna-se um case de transparência que a comunidade valoriza.
  • Loyalty program on-chain (“The Tower”). O progresso do jogador é gravado em carteira compatível, criando portabilidade e novas formas de reconhecimento entre plataformas.
  • Torneios temáticos e prêmios em token. Além do FTX Crypto Cup atrelado ao preço do bitcoin , séries como as arenas promocionais de World Chess com prêmios em ALGO exploram o lúdico sem exigir que o público negocie derivativos.
algorando patrocinando evento com Carlsen e Nepo
Carlsen e Nepo jogando com Algorand ao fundo

Tabela-resumo: formatos e exemplos

FormatoObjetivo do patrocinadorO que encaixa bem no xadrezExemplo
Naming rightsGanhar visibilidade e “autoridade” de eventoMarca constante em telas e mídiaFTX Crypto Cup
“Presented by”Conectar marca a série consagradaPresença orgânica em transmissõesSpeed Chess Championship apresentado pela Coinbase
Federação/grassrootsReputação e relacionamento localAcesso a clubes, escolas, baseCoinEx no National Age Group PH
Liga de criadoresAquisição rápida e clipes viraisPúblico jovem e engajadoChess Super League com CoinDCX
Infraestrutura Web3Demonstrar utilidade do protocoloTecnologias que melhoram o jogoRatings on-chain e The Tower (Algorand + World Chess)

Medindo o que importa

Para uma exchange, a régua costuma ser pragmática:

  • Custo por conta criada durante janelas de transmissão, com trackers por país.
  • Taxa de primeiro depósito e tempo até a primeira conversão.
  • Cohorts por vertical (spot vs. derivativos vs. earn).
  • Lift de busca e menções da marca na semana do evento.
  • Retenção de quem chegou por xadrez comparada a outras origens.

Para organizadores, o foco está em receita garantida + crescimento de audiência. Se o patrocinador traz público novo, vira parceiro recorrente. A Kucoin, em contrapartida, serve como exemplo de quem tenta fidelizar público com promoções em vez de eventos. Ela aposta na estratégia de divulgação boca a boa por meio do popular kucoin referral code compartilhado entre usuários para gerar benefícios tanto para quem indica como para quem se cadastra. O que traz mais resultados? Depende da tração, mas são estratégias válidas.

Riscos regulatórios

  • Segmentação etária nas transmissões e assets nem sempre têm disclaimers claros.
  • Geofencing de ofertas por jurisdição; se o produto não está autorizado num país, creative alternativo sem chamada para cadastro.
  • Separação editorial: comentaristas independentes de promoções; giveaways conduzidos por equipe paralela.
  • Planos de contingência de premiação em caixa segregado do patrocinador.
  • Comunicação pós-evento que valoriza o resultado esportivo, não o trading.

Para onde essa história vai

O eixo xadrez-internet está só no meio-jogo. Há um caminho promissor quando tecnologia vira camada de confiança e participação, e não só peça publicitária. A boa notícia é simples: quando a marca ajuda o xadrez a ficar melhor, o público aceita a marca por perto. E há espaço para todos os perfis, da exchange que precisa provar segurança e compliance ao protocolo que quer mostrar utilidade concreta.

Os casos de Coinbase em campeonatos de elite mostram que dá para colar uma marca forte sem engessar o espetáculo. A experiência de base nas Filipinas com a CoinEx prova que apoiar formação rende histórias que ninguém mais está comprando. O trabalho de Algorand com World Chess aponta para um futuro em que credenciais, histórico e programas de progressão vivem em carteiras, com transparência para quem compete e para quem organiza.

E por que isso interessa agora? Porque o xadrez continua crescendo em apps e streams. Em 2025, o Chess.com cravou 200 milhões de membros; a audiência migra, aprende, volta no dia seguinte. Se o xadrez é uma conversa global que nunca desliga, cripto quer estar na mesma sala, de preferência com algo útil para oferecer.

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Suplementação para emagrecer sem obsessão

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tomando suplemento

Tomando suplemento natural

A restrição do cardápio dos ortoréxicos diminui significativamente o nível de felicidade que eles possam ter. Isso porque ficar obcecado com a cota de vitaminas adequadas por dia para uma dieta balanceada acaba sendo prejudicial a saúde. A primeira coisa a ser cortada nesse estilo de vida é a neurose com o cardápio diário e escolhendo bons suplementos. É necessário sim consumir uma determinada quantia de  carboidratos e isso se aprimora aliado a prática de exercícios principalmente durante as famosas aulas de pump que prometem gastar até mil calorias em uma hora de aula. O excesso de gordura corporal é resultado do desequilíbrio entre as calorias ingeridas e as calorias queimadas.

E antes de dissertarmos sobre elas é preciso primeiro esclarecê-las. Os exercícios aeróbicos são os que mais despertam adeptos. Estudos mais vigentes decidem que a prática de exercícios regulares é extremamente benéfica a saúde. Todo programa que lhe exigir muito pode ser considerado o melhor programa para perder peso. O super slim x é um tipo de suplemento para emagrecer rápido. A composição do super slim possui zinco, cromo, selênio, entre outros minerais que naturalmente colaboram para a perda peso e para o ganho de massa magra. Saiba mais e adquira: super slim x comprar.

É cada vez maior o número de pessoas que conseguem emagrecer. A pessoa que faz uso de uma alimentação tão fora dos padrões que, a melhor maneira de saber que está ingerindo quotas suficientes de nutrientes é realizar um exame físico e um exame de sangue. Mas a melhor maneira é escolher e acolher um  emagrecimento da maneira saudável e rápida. Ficar sem o açúcar do sangue (o que auxilia o tratamento no controle da diabetes) e reduzir os níveis de colesterol ruim, é um  investimento fenomenal na saúde e as pessoas precisam valorizar isso para começar a perder peso, e com tantas tentações por perto como comidas gordurosas, batata frita, carnes suculentas diminui as chances da fome ser saciada e do indivíduo conseguir ter hábitos alimentares disciplinados.

Os lipídeos e o colesterol são acumulados no organismo que está acima do peso. É primordial não abusar de carnes vermelhas e óleo vegetal, assim como alimentos açucarados; para tudo existem os suplementos recomendados. Se não bastasse esses fatores, as gorduras saturadas sofrem facilmente mudanças químicas quando expostas à alta temperatura, e se uma pessoa consome  azeite em exagero durante anos, de um modo geral, essas pessoas também irão sofrer de deficiência de iodo em seu organismo. Cabe lembrar que a deficiência de iodo é a principal causa do mau funcionamento da tireoide e aumenta, significadamente, o risco do desenvolvimento de  doenças imunológicas. A melhor maneira de saber se você está ingerindo quotas suficientes de nutrientes é prover sempre uma meticulosa variedade em sua dieta. Nesta pagina você vai descobrir um dos melhores cardápios para perder peso e proteger o seu corpo de uma maneira 100% saudável. É necessário reeducar- se nutricionalmente, bolos, laticínios e carboidratos, contém nutrientes ricos em fibras, mas devem ser controlados.

suplemento termogênicoOs termogênicos,tem um excelente papel na hora da atividade física diária, são componentes chave de um programa de controle de peso. Nessa falta de motivação para iniciar treinos e dietas há sempre a opção da cirurgia bariátrica, essa cirurgia elimina a obesidade, mas apresenta alguns riscos adicionais a saúde. Apesar disso é  reconhecida pelo conselho federal de medicina, é necessário que as pessoas consultem um médico para saber se enquadram-se para realizar a cirurgia bariátrica. Bom até aqui falamos sobre “dietas balanceadas”, não entramos no mérito do exercício físico. A musculação é extremamente importante para quem quer perder peso, isso porque através de exercícios aeróbicos ou de hipertrofia o corpo ganha massa magra e acaba eliminando gordura. Nada que se compare é claro como atividades mais elaboradas (PUMP, pilates), essas atividades acabam motivando mais o indivíduo pois são realizadas em grupo. O professor dispõe de algumas músicas enquanto seus alunos fazem movimentos específicos, isso acaba sendo excelente na motivação para emagrecer.

O resultado das aulas de musculação sempre é relacionado com uma tabela que destina o grau de obesidade do indivíduo para adultos, pois é necessário que antes de realizar uma atividade física o indivíduo faça um exame médico para saber se pode realizar determinada atividade.  Vitaminas do complexo b e cereais integrais tem se mostrado extremamente importantes no processo de emagrecimento, eles levam a pessoa a economizar tempo e dinheiro. Pessoas que optam por uma alimentação mais saudável conseguem evitar de realizar a cirurgia de redução de estômago. O processo cirúrgico é bem mais rápido, no entanto, apresenta muito riscos à saúde, como o risco de retornar a  obesidade. Por isso é imprescindível que os pais cuidem da alimentação de seus filhos na primeira infância. A alimentação baseada em salgadinhos, doces e produtos super processados são os favoritos dos pequenos, porém os pais devem ter cuidados porque eles também são os grandes fatores de risco para o aumento de peso e a tendência ao metabolismo lento. Cabe aos pais consultar uma nutricionista caso a criança apresente algum transtorno alimentar, algumas crianças tem dificuldades para ingerir frutas e verduras por exemplo. Isso pode se agravar na idade adulta, associada a quadro de depressão e ansiedade a má alimentação gera indivíduos acima do peso.

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Quais são as linhas de produtos Hinode

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De todos os produtos que podemos comprar disponíveis na internet, não tem nenhum que se compare aos produtos da empresa Hinode. Tem um vídeo que mostra bem quais são as linhas, é um vídeo da Hinode Produtos. Depois que você assistir, veja os comentários que colocamos aqui sobre essa apresentação:

Desde sempre, a empresa informou que a leitura preliminar de seus produtos na atividade comercial subiu para se estabilizar no mercado de uma vez por todas. Com o resultado, o indicador atingiu o maior patamar no último ano e meio, significando que todas as pessoas estão interessadas nessa linha. Nas lojas e no varejo não se pode vender os produtos Hinode, pois as vendas estão restritas aos consultores independentes (pessoas que decidiram ser vendedores da Hinode), ficando acima das expectativas de ganhos reais. Na Alemanha, o mesmo detalhe tem sido determinante para as novas empresas que estão surgindo. Talvez ainda teremos os pedidos semanais de auxílio desemprego, o que pode fazer as pessoas terem mais poder aquisitivo para adquirir produtos mais caros. As vendas de imóveis novos, por exemplo, desabaram, como reflexo da alta dos financiamentos e da diminuição do poder de compra da população. Hoje ninguém mais tem aquele “dinheirinho” sobrando. No mercado doméstico, o destaque do dia é a divulgação da ata da última reunião desta manhã. No documento, o comitê deixou claro que não pretende reduzir os juros neste ano, então realmente isso ainda vai pesar bastante para os clientes em geral. Mas quem realmente precisa ficar preocupado com isso são os concorrentes. Segundo a ata, a inflação tende a entrar em trajetória de convergência para a meta nos trimestres finais do horizonte de projeção “mantidas as condições monetárias – isto é, levando em conta estratégia que não contempla redução do instrumento de política monetária”. Ainda no mercado interno, teremos certamente novas compras e vendas desse produto. As linhas Corps, Smell e Gel redutor de medidas são bons cremes hidratantes. Na agenda corporativa, dois desses produtos fizeram que a empresa divulgasse seus números antes da abertura dessas linhas.

Ao conversar com um consultor independente, observei que os produtos que mais saem, ou seja, os que mais possuem vendas são os perfumes traduções gold, especialmente os modelos femininos, e os shakes h mais. Esse shake, apesar de ser considerado um shake emagrecedor, pode servir tanto para o ganho como para a diminuição de peso, ou ainda para manter o peso que você considera ideal. Isso colabora para que as vendas desse produto aumentem, pois suas aplicações e funções são muitas. Além desse efeito (que é o resultado mais esperado), o shake h mais também possui muitas vitaminas e minerais, afinal não adianta querer emagrecer sem saúde. A perda de peso não pode ser inconsequente, precisa ser planejada e controlada. Tomar remédios, por exemplo, sem se preocupar com os efeitos colaterais, ou fazer uma dieta maluca sem orientação de um nutricionista não são boas pedidas. Por isso que o shake é tão recomendado.

Quanto aos perfumes, não há muito o que dizer, pois essa linha simplesmente está conquistando os clientes. A traduções gold é uma inovação pois concorre com perfumes importados muito caros, mas oferecendo um preço muito acessível!

Ainda podemos comentar sobre a linha Hino’s e sobre os produtos de maquiagem, batom, gloss e muitos outros, mas esse post ficaria grande demais! Melhor você assistir o vídeo e tirar suas próprias conclusões.

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Como cuidar de orquídeas em vasos xadrez

orquideasSim, é verdade, tem muito pouco material de orquideas na internet. Sobre o site, é interessante sim ter novos artigos sobre orquídeas, pois isso ajuda a trazer um público maior de pessoas interessadas no assunto. Mas podemos deixar isso para depois, creio que a prioridade seria fazer o curso mesmo, depois refinamos as páginas para aumentar o conteúdo.
Primeiramente, deixa eu apresentar. Sou o criador do orquidário. Por experiência pessoal, sofri muito para aprender como cuidar dessas plantas, pois os livros em geral são muito rebuscados e pesados de ler, além de não conter todo o conteúdo, não explicar como as coisas se aplicam na prática e não se preocupar com os pré-requisitos que o aluno precisa ter para entender as explicações sobre as espécies.
Depois de acumular um bom conhecimento fazendo aula e lendo muitos livros, decidi criar um site que explicasse com uma linguagem simples, desde a definição de orquídea até assuntos mais avançados. Mas o que faz a diferença mesmo não é a quantidade de conteúdo em si, mas a organização e a didática do material sobre cultivo. É uma lacuna que existe no Brasil e no mundo (lá fora também há carência disso, apesar de haver mais concorrência).
Depois de ver o resultado, 1 ano depois da criação, percebi o potencial que o site tinha de atrair tráfego de um público muito específico (interessados). Então comecei a expandir (atendendo a pedidos e e-mails dos leitores) para os vasos individuais, criando artigos que abordassem cada decoração xadrez em particular.
Infelizmente, não posso me dedicar muito ao site ainda, pois trabalho fora, tenho compromissos com a manutenção, enfim, sobra pouquíssimo tempo, mas em breve isso vai mudar, pois já tenho conseguido ter um retorno bom, pretendo abrir um orquidário azul, e espero conseguir viver somente disso (minha esposa hoje é quem faz a maior parte do trabalho pra mim na internet).
Atualmente, existem mais duas pessoas (além de minha esposa) na equipe, um cuidador e um cara que planta e rega, que estão criando cursos. Minha esposa está criando um plantio diferente. E você estará assumindo a parte da orquídea.
Com todos eles eu estou fazendo a mesma coisa: eles criam o curso juntamente comigo (eu supervisiono, dou ideias, organizo, etc.), utilizo o site como meio de divulgação do curso e o resultado dos cultivos (depois das tentativas) é rateado meio a meio.
O legal do site é que todo o conteúdo de orquídeas (juntamente com os artigos dos detalhes) é gratuito, qualquer pessoa pode ter acesso e aprender mais sobre o plantio. E quem quiser se aprofundar nos casos em particular pode comprar os cursos. Em geral, tenho observado que cobrar valores baixos é o ideal, pois não pesa para ninguém e ajuda a todos. No primeiro curso de plantação eu me arrependi um pouco do custo, ficou meio salgado, quando eu lançar a versão 2 vou fazer um pacote mais barato.
Bom, como você deve ter percebido, eu não gosto muito de me expor na mídia (para não ser procurado nas redes sociais, etc. e ter mais “paz” na vida pessoal), por isso não coloquei meu nome como “autor” do site. Mas os músicos que estão trabalhando comigo não se importam com isso, então os nomes deles vão aparecer, acredito que com você ocorra o mesmo (se você quiser).
Até agora, todos os membros da equipe são meus conhecidos ou parentes, você é o primeiro “desconhecido”, mas não se preocupe, farei tudo com a mesma transparência. Vou te mandar um modelo de contrato também para você analisar e deixarmos tudo registrado (não encaro isso como uma falta de confiança, apenas um meio de lembrarmos o que foi acertado nos detalhes).
Depois que eu registrar tudo, vou te colocar como parceiro para poder fazer o plantio corretamente (ainda não sei quando vou começar esse processo, estou conversando com um entendido e “aprendendo” sobre o assunto), mas espero que até o lançamento isso já esteja bem encaminhado.
Bom, se você tiver qualquer dúvida quanto isso tudo que mencionei, é só falar.

Vamos ao plantio:

Cultivo: Que pá de corte você tem? A qualidade do cultivo é importante, por isso pergunto. Caso você more no Rio ou no RS posso emprestar a minha (estou comprando uma pá de corte, parece ser boa, busquei referências, acho que ela vai dar conta do recado por enquanto). Mas também isso não é um grande empecilho, você pode me mostrar um vídeo gravado com a sua para eu dar uma olhada.
– Acompanhamento do trabalho: Pensei no seguinte, você pode começar a escrever mais ou menos como serão as aulas (por exemplo: na aula 1 vou falar disso, disso e isso. Na aula 2 falarei disso e disso, etc.). Eu particularmente gosto de gravar lendo um roteiro, se você também fizer isso vai facilitar a minha análise sobre o conteúdo. Mas não quero te limitar a esse modelo, se você gostar de cultivar na espontaneidade, apenas me mostre a estrutura da aula primeiro para eu analisar, depois grave e me mande para eu ver como ficou.
– Tamanho de cada planta: Isso vai depender do conteúdo. É importante deixar um mesmo assunto numa mesma tarefa, mesmo que ela fique grande, e separar assuntos diferentes mesmo que algumas tarefas fiquem curtas. Em geral, um tamanho de buraco entre 2 e 20 centímetros está ok. Vamos analisando isso no decorrer das técnicas.
– Espécies: Estou ainda aprendendo sobre a questão dos tipos de orquídeas, mas pelo que entendi não podemos plantar orquídeas muito novas, ou seja, ficaremos restritos a plantas de domínio público. Esse é o ponto mais crítico eu imagino, mas vamos tentar contornar com o que pudermos.
– Equipe: Apesar de ser o único criador do site em si (os demais integrantes participam quase exclusivamente dos cursos individuais), para o público todos fazem parte da conhecida “Equipe do Orquidário“, aquela que socorreu um filhote de Falcão, então fica difícil fazer essa distinção. E isso não é um problema se você começou um orquidário.
Acho que por enquanto é isso, vou aguardar sua resposta para prosseguirmos. Seja então muito bem vindo ao grupo!
Acredito que faremos um material muito bom e inédito no Brasil.
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